<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Leader Blog</title>
	<atom:link href="http://blog.leaderportal.com.br/Index.php?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.leaderportal.com.br</link>
	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Apr 2010 19:44:43 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Instalando o Subversion com Apache 2 e SSL no Ubuntu Intrepid Ibex (Ubuntu 8.10)</title>
		<link>http://blog.leaderportal.com.br/?p=8</link>
		<comments>http://blog.leaderportal.com.br/?p=8#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 19:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Chaves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[apache]]></category>
		<category><![CDATA[debian]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[subversion]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.leaderportal.com.br/?p=8</guid>
		<description><![CDATA[Instalando o Subversion com Apache 2 e SSL no Ubuntu Intrepid Ibex (Ubuntu 8.10)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como em toda instalação ou configuração no Ubuntu, recomendo atualizar os repositórios do APT e instalar quaisquer atualizações disponíveis.</p>
<p># apt-get update<br />
# apt-get upgrade</p>
<p>Instalação do Subversion<br />
Os pacotes necessários são: subversion, libapache2-svn, apache2 e ssl-cert, onde:</p>
<p>■subversion – é o pacote contendo além dos arquivos binários, também as ferramentas de administração svnadmin e distribuição svnserve;<br />
■libapache2-svn – contém os módulos mod_dav_svn e mod_authz_svn que permitem o acesso aos repositórios através do protocolo http e https via WebDAV;<br />
■apache2 – é servidor web. Veja mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_Apache;<br />
■ssl-cert – pacote que permite a instalação de outros pacotes que precisam criar certificados SSL. Leia também sobre OpenSSL.<br />
Para instalação desse pacotes utilize o comando abaixo:</p>
<p># apt-get install subversion libapache2-svn apache2 ssl-cert</p>
<p>Habilitando o Suporte ao SSL<br />
Após a instalação, vamos habilitar o suporte a SSL no Apache 2. Para isso, é necessário criar um certificado digital. Utilizando o comando make-ssl-cert é possível fazer esta criação, porém é necessário utilizar um modelo de configuração. Por padrão o Ubuntu Intrepid Ibex (Ubuntu 8.10) já traz este modelo em /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf. Sugiro dar uma olhada neste modelo, eu particularmente fiz algumas alterações que visam exibir informações do responsável pela emissão do certificado. Veja o modelo:</p>
<p>#<br />
# SSLeay example configuration file.<br />
#</p>
<p>RANDFILE                = /dev/urandom</p>
<p>[ req ]<br />
default_bits            = 1024<br />
default_keyfile         = privkey.pem<br />
distinguished_name      = req_distinguished_name<br />
prompt                  = no<br />
policy                  = policy_anything</p>
<p>[ req_distinguished_name ]<br />
commonName                      = @HostName@<br />
emailAddress                    = Seu Email<br />
organizationalUnitName          = Departamento<br />
organizationName                = Empresa<br />
localityName                    = Campinas<br />
stateOrProvinceName             = Sao Paulo<br />
countryName                     = BR</p>
<p>Não há problemas caso você não faça nenhuma modificação.</p>
<p>Crie o diretório onde o certificado será criado:</p>
<p># mkdir /etc/apache2/ssl</p>
<p>Agora, utilizando o make-ssl-cert e o modelo no arquivo ssleay.cnf vamos criar o certificado armazenando-o no arquivo apache.pem:</p>
<p># make-ssl-cert /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf /etc/apache2/ssl/apache.pem</p>
<p>Surgirá uma tela, como a figura abaixo, onde será solicitado o nome do servidor. Eu, particularmente, preencho com o IP, pois meu DNS não está configurado e pretendo acessar o Subversion em outras máquinas.</p>
<p>Criação do certificado SSL. Definindo o nome do servidor.<br />
Vamos definir a permissão ao arquivo.</p>
<p># chmod 660 /etc/apache2/ssl/apache.pem</p>
<p>Configurando Apache 2 e habilitando o SSL<br />
Verifique se o Apache 2 para que seja habilitada o suporte a porta 443. Para isso visualize o arquivo ports.conf no diretório do Apache 2:</p>
<p># vi /etc/apache2/ports.conf</p>
<p>Seu arquivo deverá estar como mostro abaixo:</p>
<p>NameVirtualHost *:80<br />
Listen 80</p>
<p><IfModule mod_ssl.c><br />
# SSL name based virtual hosts are not yet supported, therefore no<br />
# NameVirtualHost statement here<br />
Listen 443<br />
</IfModule></p>
<p>Para habilitar o módulo de suporte ao SSL no Apache 2 é necessário utilizar o script a2enmod. O a2enmod criará um link simbólico no diretório /etc/apache2/mod-enabled. Para desabilitar um módulo utilize o script a2dismod. A linha de comando é:</p>
<p># a2enmod ssl</p>
<p>O último passo da configuração do Apache 2, para o perfeito funcionamento do SSL, consiste em criar o arquivo svn em /etc/apache2/sites-available, este arquivo deve conter as configurações para a porta 443, ou seja, a porta ao qual definimos como responsável pelo SSL.</p>
<p>Para isso vamos copiar o arquivo default que está em /etc/apache2/sites-available para o arquivo svn.</p>
<p># cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/svn</p>
<p>Agora edite o arquivo utilizando o vim:</p>
<p># vi /etc/apache2/sites-available/svn</p>
<p>Altere a linha <VirtualHost *:80> para <VirtualHost *:443> e logo abaixo adicione as linhas:</p>
<p>SSLEngine on<br />
ServerSignature On<br />
SSLCertificateFile /etc/apache2/ssl/apache.pem</p>
<p>Vamos entender cada uma das três linhas acima:</p>
<p>■SSLEngine on – Ativa se definida como “on” a utilização do protocolo SSL/TLS;<br />
■SeverSignature On – Ativa ou desativa a exbição da assinatura do servidor, ou seja, a linha que exibe as configurações do Apache. Por exemplo: Apache/2.2.9 (Ubuntu) DAV/2 SVN/1.5.1 PHP/5.2.6-2ubuntu4.1 with Suhosin-Patch mod_ssl/2.2.9 OpenSSL/0.9.8g Server at 192.168.0.30 Port 44. Na influencia no funcionamento do servidor;<br />
■SSLCertificateFile – Define o caminho para certificado.<br />
Após a criação do arquivo svn, então é necessário habilitá-lo no Apache 2. Para isso utilize o script a2ensite. Este script habilita arquivos que contenham o bloco <VirtualHost> no Apache2. Para desabilitar um arquivo de configuração utilize o script a2dissite. A linha de comando é esta:</p>
<p># a2ensite svn</p>
<p>Reinicialize o Apache 2 com o comando:</p>
<p># /etc/init.d/apache2 force-reload</p>
<p>Caso ocorra algum erro, então consulte o arquivo de log do Apache 2. Este arquivo está localizado em /var/log/apache2/error.log.</p>
<p>Dica de solução:</p>
<p># openssl req -config /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf -new -x509 -days 1460 -nodes -out /etc/apache2/ssl/apache.pem -keyout /etc/apache2/ssl/apache.pem</p>
<p>Teste seu servidor, digitando no navegador o endereço IP precedido por https, por exemplo: https://<IP-DO-SERVIDOR/.</p>
<p>Você poderá ver uma página como a da figura abaixo. Fique tranquilo! Essa mensagem não reflete um problema em seu servidor. Na verdade a mensagem é exibida, pois você configurou um certificado próprio (auto-assinado) e não foi emitido por uma autoridade certificadora, como é o caso de sites que utilizam certificado homologado pela VeriSign. Apenas clique no link “você pode adicionar uma exceção” e depois no botão “Adicionar exceção…”. Aparecerá seu endereço IP. “Clique em verificar certificado” e logo em seguida, clique no botão “Confirmar exceção de segurança”. Pronto.</p>
<p>Firefox: Falha na conexão segura<br />
Configurando o Subversion<br />
Vamos criar um repositório de teste para que possamos garantir a correta instalação (e na sequência vamos finalizar a instalação). Para criarmos um repositório é necessário criar um diretório e a partir dele, alterarmos o “proprietário” do diretório e definir as permissões. Após estes passos, então poderemos adicioná-lo ao Subversion com o comando svnadmin. Com o svnadmin é possível manipular usuários, projetos, repositórios e acessos.</p>
<p># mkdir /var/svn/teste<br />
# chown -R www-data:www-data /var/svn/teste<br />
# chmod -R g+ws /var/svn/teste<br />
# svnadmin create /var/svn/teste</p>
<p>Agora vamos habilitar a autenticação no Apache 2. O htpasswd é o responsável pela criação e atualização de arquivos que armazenam o nome de usuário (login) e a senha para autenticação via HTTP.</p>
<p># htpasswd -c -m /etc/apache2/dav_svn.passwd admin</p>
<p>A opção -c cria ou reescreve e “trunca” o arquivo de senha. Já a opção -m é responsável por definir que o método MD5 será utilizado para criptografia da senha.</p>
<p>Repare que no final da linha, após o caminho, existe o nome de usuário utilizado, ou seja, admin. Após executado comando acima, será solicitada uma senha. Evite esquecer a senha.</p>
<p>Caso precise adicionar mais usuários, basta utilizar o mesmo comando acima, porém sem a opção -c. Exemplo:</p>
<p># htpasswd -m /etc/apache2/dav_svn.passwd programador</p>
<p>Após a definição da senha, então devemos editar o arquivo dav_svn.conf para habilitar o WebDAV e o SVN no Apache 2.</p>
<p># vi /etc/apache2/mods-available/dav_svn.conf</p>
<p>Agora altere o arquivo dav_svn.conf para a estrutura como mostrada abaixo:</p>
<p><Location /svn><br />
DAV svn<br />
SVNParentPath /var/svn<br />
AuthType Basic<br />
AuthName &#8220;Repositorio da Logica Digital&#8221;<br />
AuthUserFile /etc/apache2/dav_svn.passwd<br />
Require valid-user<br />
SSLRequireSSL<br />
</Location></p>
<p>Entendendo as linhas de configuração:</p>
<p>■<Location /svn> – como o repositório deve aparecer no navegador, no caso irá aparecer https://ip-do-servidor/svn;<br />
■DAV svn – habilita o repositório;<br />
■SVNParentPath – utilizado para múltiplos repositórios;<br />
■AuthType Basic – define o método de autenticação de usuário. É possível inclusive utilizar LDAP para habilitar Single sign-on. Prometo que farei um post sobre essa configuração;<br />
■AuthName – serve apenas como descritivo;<br />
■AuthUserFile – caminho do arquivo criado pelo comando htpasswd;<br />
■Require valid-user – configuração para que apenas usuários autenticados tenham acesso ao repositório. É possível tornar o servidor acessível à usuários anônimos, porém eu não acho uma boa prática;<br />
■SSLRequireSSL – obriga que a comunicação com o servidor de controle de versão seja feita sobre o protocolo SSL.<br />
Após configurado o arquivo de integração entre o Subversion e o Apache 2, então é necessário reinicializar o Apache 2:</p>
<p># /etc/init.d/apache2 force-reload</p>
<p>Acesse, através do seu navegador, o endereço https://ip-do-servidor/svn/teste. Assim você estará testando seu novo servidor de controle de versão com Subversion. Caso ele esteja funcionando corretamente, após a autenticação, será exibida uma página como abaixo:</p>
<p>Servidor Subversion autenticado via Apache 2<br />
Pronto. O servidor de controle de versão com Subversion, Apache 2 com SSL no Ubuntu Intrepid Ibex está funcionado. O próximo post virá com dicas de utilização.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.leaderportal.com.br/?feed=rss2&amp;p=8</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aton o ERP Da Leader</title>
		<link>http://blog.leaderportal.com.br/?p=3</link>
		<comments>http://blog.leaderportal.com.br/?p=3#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 21:36:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Chaves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.leaderportal.com.br/?p=3</guid>
		<description><![CDATA[Aton o nosso ERP.
Sempre que temos que apresentar esse produto a um novo potencial cliente da Leader a pergunta surge: &#8220;O que é um ERP&#8221;, muito bem para responder a esta pergunta daremos agora a definição de um ERP:
ERP (Enterprise Resource Planning) ou SIGE (Sistemas Integrados de Gestão Empresarial, no ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aton o nosso ERP.</strong></p>
<p>Sempre que temos que apresentar esse produto a um novo potencial cliente da Leader a pergunta surge: <strong>&#8220;O que é um ERP&#8221;, </strong>muito bem para responder a esta pergunta daremos agora a definição de um ERP:</p>
<p><strong>ERP</strong> (<em><strong>Enterprise Resource Planning</strong></em>) ou <strong>SIGE</strong> (<em><strong>Sistemas Integrados de Gestão Empresarial</strong></em>, no Brasil) são <a title="Sistema de informação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o">sistemas de informação</a> que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema (Laudon<sup id="cite_ref-0"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ERP#cite_note-0">[1]</a></sup>, Padoveze<sup id="cite_ref-1"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ERP#cite_note-1">[2]</a></sup>). A integração pode ser vista sob a perspectiva funcional (sistemas de: finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing, vendas, compras, etc) e sob a perspectiva sistêmica (sistema de processamento de transações, sistemas de informações gerenciais, sistemas de apoio a decisão, etc).</p>
<p>Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de <a title="Software" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software">software</a> desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma <a title="Empresa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Empresa">empresa</a>, possibilitando a <a title="Automação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Automa%C3%A7%C3%A3o">automação</a> e armazenamento de todas as informações de negócios.</p>
<p><strong>História do ERP:</strong></p>
<p>No final da <a title="Década de 1950" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1950">década de 50</a>, quando os conceitos modernos de <a title="Controle" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Controle">controle</a> tecnológico e gestão corporativa tiveram seu início, a <a title="Tecnologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia">tecnologia</a> vigente era baseada nos gigantescos <a title="Mainframe" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mainframe">mainframes</a> que rodavam os primeiros sistemas de controle de estoques – atividade pioneira da interseção entre gestão e tecnologia. A automatização era cara, lenta – mas já demandava menos tempo que os processos manuais – e para poucos.</p>
<p>No início da <a title="Década de 1970" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1970">década de 70</a>, a expansão econômica e a maior disseminação computacional geraram os MRPs (Material Requirement Planning ou planejamento das requisições de materiais), antecessores dos sistemas ERP. Eles surgiram já na forma de <a title="Conjunto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conjunto">conjuntos</a> de <a title="Sistema" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema">sistemas</a>, também chamados de pacotes, que conversavam entre si e que possibilitavam o planejamento do uso dos <a title="Insumo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Insumo">insumos</a> e a administração das mais diversas etapas dos processos produtivos.</p>
<p>Seguindo a linha <a title="Evolução" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o">evolutiva</a>, a <a title="Década de 1980" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1980">década de 80</a> marcou o início das <a title="Rede" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede">redes</a> de <a title="Computador" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador">computadores</a> ligadas a <a title="Servidor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor">servidores</a> – mais baratos e fáceis de usar que os <a title="Mainframe" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mainframe">mainframes</a> – e a revolução nas atividades de gerenciamento de produção e <a title="Logística" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Log%C3%ADstica">logística</a>. O MRP se transformou em MRP II (que significava Manufacturing Resource Planning ou planejamento dos recursos de <a title="Manufatura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manufatura">manufatura</a>), que agora também controlava outras atividades como mão-de-obra e maquinário.</p>
<p>Na prática, o MRP II já poderia ser chamado de ERP pela abrangência de controles e gerenciamento. Porém, não se sabe ao certo quando o conjunto de sistemas ganhou essa denominação.</p>
<p>O próximo passo, já na <a title="Década de 1980" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1980">década de 80</a>, serviu tanto para agilizar os processos quanto para estabelecer comunicação entre essas “ilhas” departamentais. Foram então agregados ao ERP novos sistemas, também conhecidos como <a title="Módulo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%B3dulo">módulos</a> do pacote de gestão. As áreas contempladas seriam as de finanças, compras e vendas e recursos humanos, entre outras, ou seja, setores com uma conotação administrativa e de apoio à produção ingressaram na era da <a title="Automação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Automa%C3%A7%C3%A3o">automação</a>.</p>
<p>A nomenclatura ERP ganharia muita força na <a title="Década de 1990" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1990">década de 90</a>, entre outras razões pela evolução das redes de comunicação entre <a title="Computador" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador">computadores</a> e a disseminação da arquitetura cliente/servidor – microcomputadores ligados a <a title="Servidor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor">servidores</a>, com preços mais competitivos – e não mais mainframes. E também por ser uma ferramenta importante na <a title="Filosofia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia">filosofia</a> de <a title="Controle" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Controle">controle</a> e gestão dos setores corporativos, que ganhou aspectos mais próximos da que conhecemos atualmente.</p>
<p>As promessas eram tantas e tão abrangentes que a segunda metade daquela década seria caracterizada pelo boom nas vendas dos pacotes de gestão. E, junto com os fabricantes internacionais, surgiram diversos fornecedores <a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileiros</a>, empresas que lucraram com a venda do ERP como um substituto dos sistemas que poderiam falhar com o bug do ano 2000 – o problema na <a title="Data" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Data">data</a> de <a title="Dois" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dois">dois</a> dígitos nos sistemas dos computadores.</p>
<p><strong>A Importância do ERP:</strong></p>
<p>Entre as mudanças mais palpáveis que um sistema de ERP propicia a uma corporação, sem dúvida, está a maior confiabilidade dos dados, agora monitorados em tempo real, e a diminuição do retrabalho. Algo que é conseguido com o auxílio e o comprometimento dos funcionários, responsáveis por fazer a atualização sistemática dos dados que alimentam toda a cadeia de <a title="Módulo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%B3dulo">módulos</a> do ERP e que, em última instância, fazem com que a <a title="Empresa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Empresa">empresa</a> possa interagir. Assim, as informações trafegam pelos módulos em tempo real, ou seja, uma ordem de vendas dispara o processo de fabricação com o envio da informação para múltiplas bases, do estoque de insumos à <a title="Logística" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Log%C3%ADstica">logística</a> do produto. Tudo realizado com <a title="Dado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dado">dados</a> <a title="Orgânico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Org%C3%A2nico">orgânicos</a>, integrados e não <a title="Redundante" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Redundante">redundantes</a>.</p>
<p>Para entender melhor como isto funciona, o ERP pode ser visto como um grande <a title="Banco de dados" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_de_dados">banco de dados</a> com informações que interagem e se realimentam. Assim, o dado inicial sofre uma <a title="Mutação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Muta%C3%A7%C3%A3o">mutação</a> de acordo com seu <a title="Status" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Status">status</a>, como a ordem de vendas que se transforma no produto final alocado no estoque da companhia.</p>
<p>Ao desfazer a <a title="Complexidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Complexidade">complexidade</a> do acompanhamento de todo o processo de produção, venda e faturamento, a empresa tem mais <a title="Subsídio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Subs%C3%ADdio">subsídios</a> para se planejar, diminuir gastos e repensar a cadeia de produção. Um bom exemplo de como o ERP revoluciona uma companhia é que com uma melhor administração da produção, um investimento, como uma nova infra-estrutura logística, pode ser repensado ou simplesmente abandonado. Neste caso, ao controlar e entender melhor todas as etapas que levam a um produto final, a companhia pode chegar ao ponto de produzir de forma mais inteligente, rápida e melhor, o que, em outras palavras, reduz o tempo que o produto fica parado no estoque.</p>
<p>A tomada de decisões também ganha uma outra <a title="Dinâmica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Din%C3%A2mica">dinâmica</a>. Imagine uma empresa que por alguma razão, talvez uma mudança nas normas de segurança, precise modificar aspectos da fabricação de um de seus produtos. Com o ERP, todas as áreas corporativas são informadas e se preparam de forma integrada para o evento, das compras à produção, passando pelo almoxarifado e chegando até mesmo à área de marketing, que pode assim ter informações para mudar algo nas campanhas publicitárias de seus produtos. E tudo realizado em muito menos tempo do que seria possível sem a presença do sistema.</p>
<p>Entre os avanços palpáveis, podemos citar o caso de uma indústria média norte-americana de autopeças, situada no estado de <a title="Illinois" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Illinois">Illinois</a>, que conseguiu reduzir o tempo entre o pedido e a entrega de seis para duas semanas, aumentando a eficiência na data prometida para envio do produto de 60% para 95% e reduzindo as reservas de insumos em 60%. Outra diferença notável: a troca de documentos entre departamentos que demorava horas ou mesmo dias caiu para minutos e até segundos.</p>
<p>Esse é apenas um exemplo. Porém, de acordo com a empresa, é possível direcionar ou adaptar o ERP para outros objetivos, estabelecendo prioridades que podem tanto estar na cadeia de produção quanto no apoio ao departamento de vendas como na distribuição, entre outras. Com a capacidade de integração dos módulos, é possível diagnosticar as áreas mais e menos eficientes e focar em processos que possam ter o desempenho melhorado com a ajuda do conjunto de sistemas.</p>
<p>Vantagens do ERP</p>
<p>Algumas das vantagens da implementação de um ERP numa empresa são:</p>
<ul>
<li>Eliminar o uso de interfaces manuais</li>
<li>Reduzir custos</li>
<li>Otimizar o fluxo da informação e a qualidade da mesma dentro da organização (eficiência)</li>
<li>Otimizar o processo de tomada de decisão</li>
<li>Eliminar a redundância de atividades</li>
<li>Reduzir os limites de tempo de resposta ao mercado</li>
<li>Reduzir as incertezas do <a title="Lead time" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lead_time">Lead_time</a></li>
<li>Incorporação de melhores práticas (codificadas no ERP) aos processos internos da empresa</li>
</ul>
<h2>  Fatores Críticos de Sucesso</h2>
<p>Segundo uma pesquisa Chaos e Unfinished Voyages (1995) os principais fatores críticos de sucesso para um projeto de implantação de um ERP são:</p>
<ul>
<li>Envolvimento do Usuário</li>
<li>Apoio da direção</li>
<li>Definição clara de necessidades</li>
<li>Planejamento adequado</li>
<li>Expectativas realistas</li>
<li>Marcos intermediários</li>
<li>Equipe competente</li>
<li>Comprometimento</li>
<li>Visão e objetivos claros</li>
<li>Equipe dedicada</li>
<li>Infraestrutura adequada</li>
</ul>
<h2>Uso do software</h2>
<p>Um dos pontos fortes do sistema é a integração entre os módulos. Os monitores, as operações e a navegação dentro do sistema são de tal forma padronizadas que, à medida que o utilizador se familiariza com um módulo, aprende mais facilmente e rapidamente os demais. Os acessos às informações são realizados através de menus com utilização de senhas, permitindo que se controle quais os utilizadores que têm acesso a que tipo de informações. Além disso, os menus são customizados de forma que cada utilizador visualize e tenha acesso somente às operações que atendam aos objetivos específicos de seu interesse.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.leaderportal.com.br/?feed=rss2&amp;p=3</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
